O espetáculo foi escolhido como um dos melhores na seleção da Revista Bravo, na edição de agosto de 2011, e foi o único grupo mineiro selecionado para o projeto SESC – Palco Giratório – em 2011, para percorrer 24 cidades, e realizar 50 apresentações.
Recebeu o Prêmio USIMINAS/SINPARC de Teatro e Dança nas categorias: melhor direção (Eid Ribeiro), melhor iluminação (Bruno Cerezoli e Bruno Magalhães); O grupo também esteve presente no Festival Internacional de Teatro do MERCOSUL, em Córdoba (Argentina), e foi homenageado no Festival Internacional de Teatro de La Paz, FITAZ, na Bolívia.
No Pirex é resultado de uma criação coletiva, que se iniciou no grupo de estudos Sociedade do Riso – projeto de pesquisa do Armatrux sobre a comicidade em suas mais diversas manifestações. "A partir do nada chegamos a uma pequena monstruosidade", conta o diretor Eid Ribeiro.
Elementos do clown, do teatro físico, da comédia muda e uma surpreendente forma de manipulação de objetos cotidianos dispensam as falas e demonstram a maturidade do Grupo nas mais diversas técnicas teatrais e circenses. Técnicas que nesses 20 anos, fizeram parte da trajetória do Armatrux em espetáculos memoráveis. Desde os bonecos de "Armatrux, a banda", passando pela experiência do Grupo com palhaços, ou até mesmo em suas visitas anteriores ao teatro do absurdo, como nas duas montagens diferentes de "Esperando Godot", de Beckett.
A parceria com o diretor Eid Ribeiro, desejo antigo do grupo, já gerou o espetáculo "De banda pra lua", vencedor do Prêmio Cena Minas – Formação de Público, em 2007 e 2008, e agora se consolida nesta montagem surrealista, que sem usar nenhuma palavra, transporta o espectador a um universo grotesco e surreal, onde o riso (ainda que nervoso) parece ser a única saída.
Em No Pirex, ambos, diretor e grupo, levam ao limite as brincadeiras com a improvisação, experimentando novas possibilidades de encenação e linguagem. "O bom do teatro é isso, estar aberto para novos voos, assim mesmo, no escuro, como o voo dos morcegos", diz Eid.
O Grupo fará 2 apresentações abertas ao público em São Paulo, na Oficina Cultural oswald de Nadrade, e uma no SESI Campinas. Para outras informações acesse o site.